Procon-SP alerta para venda de vacinas falsas contra a Covid-19

O Procon-SP alerta aos consumidores para que fiquem atentos para a oferta de vacinas falsas contra a Covid-19. O órgão tem recebido denúncias nas redes sociais de venda de imunizantes contra o coronavírus, sendo que ainda não há nenhum aprovado para uso no Brasil e nem disponibilizado no Sistema Único de Saúde (SUS), clínicas particulares ou farmácias. Uma equipe de fiscalização do Procon-SP esteve nesta terça-feira, 5, em um endereço informado em um site que estaria vendendo vacinas contra o coronavírus por R$ 98 dez caixas com dez doses. Ao chegar ao local, na Avenida Pres. Juscelino Kubitschek, 2041, Vila Olímpia, São Paulo, constatou que a empresa não existia.

“As pessoas, diante da grave situação que estamos vivendo, adquirem essas vacinas que, obviamente, não serão entregues. Trata-se de um golpe, de uma empresa que não existe, que abusa do medo e insegurança dos cidadãos. Isso é crime e o Procon-SP vai atuar junto com a Polícia Civil”, afirma Fernando Capez, diretor executivo do Procon-SP. O caso será encaminhado para a Divisão de Crimes contra o Consumidor da Polícia Civil para as providências no âmbito criminal. O Procon informa que as denúncias podem ser feitas no site, no aplicativo (Procon.SP) e nas redes sociais do Procon-SP. Os perfis oficiais são: @proconsp (Facebook e Instagram) e @proconspoficial (Twitter).

Vacinação no Brasil

O setor privado avalia que é possível iniciar o processo de vacinação contra a Covid-19 nas clínicas particulares entre o fim de março e início de abril. A intenção é comprar pelo menos cinco milhões de doses de possíveis imunizantes contra a doença. O presidente da Associação Brasileira das Clinicas de Vacinas, Geraldo Barbosa, explica que a ideia não é competir, mas complementar a ação do Ministério da Saúde, que planeja iniciar a imunização do grupo prioritário entre o final de janeiro e o início de fevereiro. As datas para início da vacinação no Sistema Único de Saúde e nas clínicas particulares dependem, no entanto, da concessão do registro pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária. A agência explica que até agora não recebeu qualquer pedido: seja o emergencial seja o definitivo. No Brasil, a maior aposta do governo continua sendo o imunizante do laboratório AstraZeneca, que faz parceria com a Fiocruz.

O governo do Estado de São Paulo já adiou duas vezes a divulgação dos resultados finais de estudos clínicos da CoronaVac, produzida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan. A apresentação dos dados deve acontecer nesta quarta-feira, 7. A prorrogação ocorreu a pedido da farmacêutica chinesa, que solicitou mais tempo para adicionar dados de outros países onde a vacina também está sendo testada, como Indonésia e Turquia. No entanto, a gestão do governador João Doria já antecipou que o composto é seguro e que atingiu eficácia superior ao mínimo recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Dessa forma, poderá ter seu registro aprovado para imunizar a população. O Estado recebeu quase 11 milhões de doses da vacina em 2020.

Ultimas notícias

21 de janeiro, quinta-feira

Bom dia. Aqui estão os principais assuntos para você começar o dia bem-informado. Um novo capítulo: o governo...

David Tygel também deixa o Boca Livre, quatro dias após Zé Renato e Lourenço Baeta saírem do grupo

A razão da debandada é a divergência política dos artistas com o integrante Maurício Maestro. ♪ O cantor...

Bolsonaro cumprimenta Biden e exalta relação ‘sólida’ entre Brasil e EUA

O presidente Jair Bolsonaro cumprimentou Joe Biden pela posse como novo presidente dos Estados Unidos em publicação postada nas redes sociais na tarde desta...

Cantora gospel Amanda Wanessa respira sem ajuda de aparelhos, diz família em rede social

De acordo com postagem no Instagram, na noite desta quarta-feira (20), o 'quadro clínico dela evoluiu ainda mais'....
Social Media Auto Publish Powered By : XYZScripts.com