Um ano após incêndio, loja ganha nova estátua em São Carlos e investigação policial segue aberta


Monumento da Havan foi alvo de incêndio criminoso no final de 2019 e empresário Luciano Hang chegou a oferecer recompensa de R$ 100 mil por informações dos suspeitos. Ninguém foi preso. Um ano após incêndio, Havan ganha nova estátua e investigação segue aberta
Arte/G1
Um ano após o incêndio criminoso que destruiu a estátua da Havan em São Carlos (SP), nenhum suspeito foi preso, segundo a Polícia Civil. O caso segue em investigação pelo 1º Distrito Policial da cidade e a loja, dias antes do Natal, ganhou um novo monumento.
A estátua de acrílico, uma réplica da Estátua da Liberdade e símbolo da rede, foi incendiada na manhã do dia dia 31 de dezembro de 2019. Na ocasião, ninguém ficou ferido.
Investigação segue aberta
Segundo a Secretaria de Segurança Pública, o inquérito policial chegou a ser relatado ao Fórum em abril de 2020 e “retornou à polícia com cota do Ministério Público para novas diligências”.
Procurado, o delegado responsável pela investigação, Maurício Antônio Dotta e Silva, disse ao G1 que o inquérito segue aberto e que as novas diligências serão cumpridas.
A assessoria de imprensa da Havan informou que a recompensa de R$ 100 mil prometida pelo dono da rede de lojas não foi paga, já que ninguém denunciou os autores. (relembre o incêndio no vídeo abaixo).
Estátua da Havan fica totalmente destruída após pegar fogo em São Carlos
Investigação
Dois dias após o incêndio, o delegado declarou que ação foi criminosa. Imagens das câmeras de segurança mostraram dois carros próximos à estátua, às margens da Rodovia Washington Luís (SP-310). O vigilante do local foi uma das primeiras testemunhas a prestar depoimento.
A polícia descartou a participação de um dos veículos, já que o mesmo apresentava problemas mecânicos. Nenhuma informação foi divulgada sobre o outro carro.
Após um ano, nenhum suspeito foi preso por incêndio em estátua da Havan em São Carlos
Ana Marin/G1
Ataque
Na ocasião, o proprietário da Havan, Luciano Hang, fez uma transmissão ao vivo via Facebook, afirmando que colocaram fogo no maior símbolo da rede de lojas e chamando o incêndio de “ataque terrorista” e “ato político”.
Hang, que estava no escritório de Brusque (SC), fez uma transmissão com mais de 30 minutos, na qual mostrou fotos da estátua de São Carlos destruída, de pichações na base da estátua e de embalagens que ele diz ser de coquetéis molotov.
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