Inclusão social: Crianças em tratamento ganham pelúcias personalizadas no Natal

Representatividade. Foi com esse objetivo que uma empresa de home care criou ursinhos de pelúcia personalizados de acordo com a condição de saúde de cada criança atendida. Eles foram entregues neste Natal para mais de 130 pequenos que estão nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Vitória. O Henrique Dang Silva, por exemplo, tem três anos e com apenas quatro meses precisou fazer uma traqueostomia. Ele nasceu de forma prematura e por um ano e meio precisou da ajuda de aparelhos para sobreviver. Por isso, o ursinho do Henrique veio com um furinho no pescoço e a cânula, como se chama o tubo de plástico ou de metal que é usado na traqueostomia. Ele também tem uma sonda na barriguinha, que é usada em pacientes que não podem se alimentar pela boca. Além disso, a médica que cuida do Henrique gravou uma mensagem para ele, que é ativada toda vez que a criança aperta o bichinho. “Henrique, aqui é doutora Márcia. Esse é o seu novo amiguinho, ele foi feito especial para cuidar de você.”

A ideia da empresa de home care nasceu a partir de uma postagem feita nas redes sociais pela mãe do Henrique, a fonoaudióloga Lúcia Dang Silva. Ela tem uma conta no Instagram em que compartilha conteúdos relacionados à traqueostomia e gastrostomia. No ano passado, Lúcia já tinha presenteado o filho com um macaco traqueostomizado, que segundo ela, facilitou muito a rotina com o Henrique. “Quando a gente falava ‘olha, você agora vai se alimentar’, a alimentação dele é por sonda pela barriguinha, pela gastrostomia. Então ele tem que ficar uma hora sentado, uma criança ficar uma hora sentada é difícil. Ele passou a aceitar[após ganhar o bichinho], ele pegava o macaco e ‘pronto, agora eu posso’.”

A coordenadora da equipe multifuncional da empresa de home care, Hiromi Onoki, diz que o bichinho de pelúcia promove a inclusão social. “A criança vê que aquele amiguinho ele acaba sendo também igual a ele, tem algum dispositivo, e acaba trazendo a inclusão social também”, conta. Agora, essas crianças, que muitas vezes não têm contato com outras pessoas traqueostomizadas, têm um amigo que é igual a elas.

*Com informações da repórter Nicole Fusco

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