Volta Redonda vacina jovens de 22 anos contra a Covid-19 nesta sexta-feira

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Também será aplicada a segunda dose em quem recebeu a primeira dose da AstraZeneca e da Pfizer até o dia 31 de maio, e da Coronavac até 23 de julho. Volta Redonda passa a vacinar jovens de 22 anos contra a Covid-19 nesta sexta-feira
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Volta Redonda (RJ) vai passar a vacinar jovens com 22 anos a partir desta sexta-feira (20). Também será aplicada a segunda dose em quem recebeu a primeira dose da AstraZeneca e da Pfizer até o dia 31 de maio, e da Coronavac até 23 de julho.
Quem tem mais de 22 anos pode procurar as unidades de saúde para receber a primeira dose na modalidade de repescagem.
O município ainda vai antecipar a aplicação da segunda dose antecipada em profissionais da Educação com mais de 40 anos, que tomaram a primeira no dia 2 de julho. Os demais serão vacinados quando uma próxima remessa de imunizantes chegar ao município.
A população vai ser atendida em todas as 46 unidades de saúde do município, das 9h às 16h. Todos devem apresentar um documento de identidade, comprovante de residência, CPF ou cartão do SUS.
Intercambialidade da AstraZeneca
A Secretaria Municipal de Saúde explica que, como houve atraso na entrega de remessas da vacina AstraZeneca, o município continua oferecendo a intercambialidade da segunda dose com a Pfizer para quem tomou a primeira de AstraZeneca até 31 de maio.
A intercambialidade de vacina é uma medida autorizada pela Secretaria Estadual de Saúde (SES), com aval da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e do Ministério da Saúde, para completar o esquema vacinal contra a Covid-19.
O coordenador da Vigilância em Saúde de Volta Redonda, o médico sanitarista Carlos Vasconcellos, ressaltou que a intercambialidade é uma alternativa para manter a proteção da população, no caso da falta da vacina AstraZeneca.
“Os estudos mostraram que a resposta imunológica é boa na intercambialidade da vacina AstraZeneca com a Pfizer. Inclusive há nota técnica da OPAS [Organização Pan-Americana de Saúde] recomendando a medida para suprir a escassez das vacinas. O ministério inicialmente já havia autorizado a intercambialidade para grávidas e puérperas (até 45 dias) que iniciaram a vacinação com a AstraZeneca e completaram a imunização com a Pfizer sem nenhum risco à saúde”, explicou o médico.
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